domingo, 9 de outubro de 2011

7º Ano - Desigualdade Regional no Brasil – Propostas Separatistas


As desigualdades regionais no Brasil têm suscitado até mesmo propostas separatistas, isto é, de pessoas ou políticos que apregoam a autonomia ou separação de sua região - principalmente o Nordeste e o Sul do país - como forma de superar o subdesenvolvimento. A partir dos anos 1980, com a crise econômica e social do país, essas idéias tiveram maior difusão.




No caso do Nordeste e da região Norte, argumenta-se que essas regiões são sacrificadas pela prioridade dada ao Centro-Sul; funcionando como unidades políticas autônomas, seria maior a industrialização e desenvolvimento destes novos estados. Alguns políticos e intelectuais nordestinos e nortistas divulgam esse ponto de vista, onde essas regiões são potencialmente ricas e, que por si só, iriam melhorar a si mesmas e ao restante do país. O que em parte, não é falso. Existem mesmo muitas potencialidades para alavancar a Região.

Apesar de existirem alguns elementos verdadeiros em todos esses argumentos, na realidade eles são falsos em suas conclusões.

Algumas áreas do Nordeste são, de fato, grandes fornecedoras de mão-de-obra barata e matérias-primas para o Centro-Sul, especialmente para suas áreas mais industrializadas, que, por sua vez, fornecem bens manufaturados àquelas regiões. Mas não apenas elas desempenham esse papel; também inúmeras áreas do Centro-Sul se baseiam na agropecuária ou na mineração, fornecendo força de trabalho para as partes mais industrializadas dessa região do país. Uma boa parte dos trabalhadores em São Paulo, por exemplo, vieram do interior de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e de outros estados não nordestinos.

Mesmo no Nordeste há áreas industrializadas que recebem migrantes. Basta ver que em duas décadas e pouco, de 1980 a 2005, a Bahia - e em particular o Recôncavo - foi uma das áreas que conheceram maior crescimento industrial no Brasil. Também, outros estados nordestinos, como Ceará e Maranhão, conheceram nesse período crescimento econômico superior à média do país e até do Centro-Sul. Além do mais, baixos salários não constituem uma característica tão-somente do Nordeste, mas do Brasil em geral. Não são apenas os operários nordestinos que recebem baixos salários no parque industrial de São Paulo ou de Belo Horizonte, mas a maioria dos trabalhadores de forma geral. 

O governo deve investir mais em regiões mais pobres como forma de tentar diminuir as desigualdades espaciais.

Investir em áreas - cidades ou regiões ­ mais pobres, tirando uma pequena parcela dos recursos dos locais mais ricos, é legítimo e justificável por vários motivos, além de corrigir os desequilíbrios regionais. Um deles é gerar empregos para conter nessas regiões mais pobres ou menos desenvolvidas o grande número de migrantes que vai para as demais áreas do país, onde contribuirão para agravar os problemas de falta de moradia ou de infra-estrutura (transporte coletivo, asfalto, eletricidade, água tratada, etc.), que exigem investimentos muito maiores do que aqueles transferidos para as localidades mais pobres. Outro é contribuir para a conservação ambiental e dos patrimônios culturais, pois, em geral, apesar de existirem exceções, as áreas mais pobres ou menos industrializadas possuem paisagens naturais (ou, às vezes, também heranças de outras épocas, isto é, patrimônios culturais tais como estilos de arquitetura, tipos de cidades do passado, etc.) menos transformadas que as regiões mais industrializadas.

Problemas Comuns

Há, na realidade, uma série de problemas ou distorções comuns em todo o país, apesar das particularidades regionais e locais, e que devem ser enfrentados em conjunto: excessiva concentração na distribuição social da renda e das terras, corrupção em larga escala e mau uso dos recursos públicos, altos níveis de criminalidade em geral, escolarização precária e deficiente, péssimo sistema previdenciário e de saúde pública, enorme insuficiência de moradia popular, etc. De nada adiantaria a autonomia de qualquer região sem modificar esse conjunto de problemas.

Não há dúvida de que, como argumentam vários autores, quanto menor for à extensão geográfica e o efetivo populacional de uma unidade política, maiores serão as chances de haver uma democracia mais participativa. O controle dos cidadãos sobre o uso dos recursos públicos, com uma maior facilidade de fiscalizar, de ver o que está sendo feito, de saber quem é quem, etc. tornam-se vitais, independente de quantos Estados existam. Mas, isso é apenas teoria e nada garante que todo separatismo ou nova divisão político-territorial vá de fato produzir esses resultados.

Na verdade, muitas idéias de separatismo como solução para os problemas locais costumam ser uma forma de desviar a atenção, de esquecer as origens sociais e políticas desses males e colocar em seu lugar uma diferenciação espacial ou territorial. Em muitos casos, trata-se apenas de tentativas de mistificar a realidade, encontrando um bode expiatório - seja o Centro-Sul, seja o Nordeste - para as verdadeiras causas do subdesenvolvimento nacional.

Para finalizar essa análise, vejam:
1º Vídeo: Brasil - Novas Federações - imagem mostra o que muda se aprovada criação de novos Estados
http://www.youtube.com/watch?v=WyYTJFef7eM
2º Vídeo: Especialistas debatem sobre a criação de novos estados no Brasil Parte 1/2
 

http://www.youtube.com/watch?v=O_nzURi8ObI&feature=related

(caso ocorra algum erro com os vídeos, copie e cole no seu navegador o link disponvel!)
Refletindo sobre os Vídeos: Após assistir os 2 vídeos, Escreva um pequeno texto expondo sua análise sobre a criação de novos estados para o Brasil.

Pensando sobre o Texto:
1) Explique em quantas unidades e quais os fundamentos das propostas separatistas admitidas no texto.

2) Usando suas palavras, Justifique, em linhas gerais, Quais foram os argumentos usados para se perceber que as conclusões separatistas são falsas?

3) Elenque os principais desafios que são comuns as diferentes regiões do Brasil.

29 comentários:

Prof. Marcio Bezerra disse...

Olá Meus (minhas) estimados (as)Alunos (as). Este primeiro comentário é pra salientar algumas dúvidas.

Primeiro: assim q você analisar o vídeo e ler o texto, a sua resposta deverá ser deixada aqui como comentário.
Pode parecer bobo, mas é para os alunos que não conhecem o mecanismo de Blogs. A atividade em si é o comentário com suas respostas para EU avaliar.

Segundo: SEMPRE PONHA NOME, Nº, TURMA.
A identidade visual do dono do post pode ser vista aí embaixo: do google, de outras mídias ou nome mesmo.
Evite postar anônimo. Use o que a internet tem a oferecer - seu perfil de redes sociais

Terceiro: assim que você postar seu comentário não aparecerá de cara.
Ele passa por minha moderação, ou seja, só aparece pra todos lerem se eu aprovar.Portanto, tenha paciência.
Toda vez q eu estiver on line virei aqui pra ver os comentários e disponibilizá-los pra vc ver a sua nota.

Quarto e Ultimo: NÂO HAVERÀ 2ª chance.
Se você não estiver com certeza e vontade de fazer uma resposta bem elaborada e capaz, POSTE EM OUTRA HORA. Isso evitará que você tenha notas baixíssimas e te prejudique na contagem final dos pontos.

Boa sorte e que essa tarefa sirva pra ampliar seus conhecimentos e a manusear diferentes mídias.
Saudações Geográficas a Vocês

Carol Fiorini disse...

Carolina Fiorini Ramos Giovanini - Nº7 - MEF7B

Refletindo sobre os vídeos: A criação de novos estados pode ser vista como um benefício, com mais estados, os problemas em regiões mais afastadas diminuiriam, estados ficariam mais desenvolvidos e industrializados. A experiência de separação de estados e crianção de outro já deu certo com os estados de Mato grosso e Mato Grosso do Sul.
Porém, há o problema de financeamento, teria de ter mais funcionarios, governadores, senadores, deputados, prefeitos, veriadores e por aí vai. Algumas opniões de opositores, falam da possível tática de descentralizar o poder. O que também daria algum gasto, mas possivelmente menor.

Pensando sobre o texto:

1- Em 42 unidades, o fundamento principal é fazer com que áreas mais distantes, possam deixar de ser pobres e começar a serem usadas como grandes centros e serem industrializadas, trazendo o comércio e a economia. Abaixando as taxas de desemprego e diminuindo a taxa de pobreza.

2- Uma série de problemas como a corrupção, misturar e esquecer culturas, além de tudo é verdadeiro que o nordeste fornce mão-de-bora barata, porém forcecem mercadorias manofaturadas.

3- Primeiro, fazer com que a região tenha uma evolução economica boa diminuindoa assim as taxas de desemprego e aumentando a qualidade de vida. Muitas pessoas migraram e ofercem mão de obra barata, desvalorizando o estado.

31.10.2011

Prof. Marcio Bezerra disse...

Aluna: Carolina Fiorini Ramos Giovanini - Nº7 - MEF 7B

Seu comentário sobre o video e as questões foram excelentes!
Nada a corrigir ou retocar.
Nota: 2,5

Lorrrani&Bianca disse...

Sobre o Video:
1-Acho que não é preciso criar novos estados para o brasil,então com esse dinheiro que gastaria com isso poderia fazer outras coisas para melhorar o pais,e acho que o brasil não esta preparado para isso,e também os estados grandes estão muito bem,e nao precisão mudar.
2-Eu concordo com o Aloysio Nunes do PSDB acho que não é preciso isso,e que 1 bilhão não vai ser o bastante para essa criação de estados.
Pensando sobre o texto:

1-44,e é para ajudar as areas mais pobres ao lado desses estados novos,e conseguir mais industrializações para os estados.

2-poe que algumas áreas do nordeste são de fato grandes fornecedores de mão-de-obra barata e matérias-primas para o centro sul.

3-tenha evolução econômica boa,assim diminuindo a situação de desemprego,e assim melhorando o estado.

lorrani Monteiro Da Rocha. Nº21.MEF7B

Prof. Marcio Bezerra disse...

lorrani Monteiro Da Rocha
Nº21 - MEF 7B
Seu comentário sobre o video e as questões precisavam ser melhor desenvolvidas. Existia muito mais a comentar!!
Nota: 1,8

Anônimo disse...

diego da silva zelda @_@
MEF9A N 13

questão 1

é para ajuda as areas mais pobres desse estado novo pois tem bastante pobre precisando pois numca eles recebem primeiropois e sempre o rico

questão 2


fala que 18 da população só seis pessoas cada dez pois não tem o necessario em casa e porque no nordeste la tem mão-de-obra muito barata

questão 3

pois mais de 1 bilhão de pessoas pobres na ásia e região do pasifico pois lá e defisio para asumo do trabalho que sustenta

Anônimo disse...

RAFAELA MARTINS MEF7B 7º ANO



Como forma de superar o subdesenvolvimento; políticos pregam a autonomia e separação de suas regiões causando assim desigualdade regional.
Com a chegada da crise econômica e social nos anos 80 essas idéias tiveram a maior força. Argumentava-se que as regiões centro-sul. Políticos diziam ser essas regiões potencialmente ricas e, que por si só, melhorariam a si mesmas e ao restante do país. Na realidade esses argumentos são falsos em suas conclusões.
Pois na realidade uma série de problemas e distorções como: má distribuição de rendas e terras, corrupção em grande escala, mau uso dos recursos públicos, autos níveis de criminalidade, péssimo sistema de saúde, educação, previdenciário e moradia popular. Sendo assim de nada adiantaria a autonomia das regiões sem modificar esse conjunto de problemas. Por tanto tornam-se vitais independente de quantos estado existam o controle pelo cidadão no uso de recursos públicos, facilidade de fiscalizar e de ver que esta sendo feito e de saber quem é quem.
Na verdade, essa idéia de separatismo como solução e problemas locais é uma forma de desviar a atenção das verdadeiras origens sociais e políticas colocando em seu lugar uma diferença espacial ou territorial, tentando desta maneira encontrar um bode expiatório para as verdadeiras causas do subdesenvolvimento nacional, seja ele o centro-sul ou nordeste.

Anônimo disse...

morgancampos mef7b 7 ano
O NOrdeste e um pais muito desenvolvido apesar de ser tao bobo por prder tanta mao de obra para as pessoas de fora. Pois na realidade uma série de problemas e distorções como: má distribuição de rendas e terras, corrupção em grande escala, mau uso dos recursos públicos, autos níveis de criminalidade, péssimo sistema de saúde, educação, previdenciário e moradia popular. Há o problema de financeamento, teria de ter mais funcionarios, governadores, senadores, deputados, prefeitos, veriadores e por aí vai.
PERGUNTAS
1-de pessoas ou políticos que apregoam a autonomia ou separação de sua região - principalmente o Nordeste e o Sul do país - como forma de superar o subdesenvolvimento.
2- Falam-se que essas regiões são sacrificadas pela prioridade dada ao Centro-Sul; funcionando como unidades políticas autônomas.
3-fazendo com que a região aumente e se valorize trazendo mais populações para a região.

Anônimo disse...

Vinicius Secundo da silva ramos Nº40 MEF7B.

Em relação aos videos a criaçao de novas estados pode ser cercada de beneficios,e tambem os estados podem passar de um pais subdensevolvido para um estado desenvolvido e ficariam com mais renda e mais populoso.Mas dai que vem o problemae como a minha amiga carolina Fiorini falou o estado teria que gastar mais dinheiro com mais funcionarios governadores, senadores, deputados, prefeitos e mais coisas desse tipo.

E em relação as perguntas:

1- Em varios pontos do Brasil tem uma areá bem distante e pobre com muita taxa de desemprego e muita de pobresa.Eles querem usar esses espaços e transforma esses pontos com mais industrializações,comercio,economia e uma boa qualidade de vida.

2-Com problemas desempregos,sem culturas trabalho que n paga bem.

3-Mais pessoas trabalhando e ganhando salarios bons,aumenta a qualidae de vida,e mais economia.

Prof. Marcio Bezerra disse...


RAFAELA MARTINS MEF 7B
Sinceramente, estou tentando entender até agora o que vc se propos a fazer.
1) Cade as perguntas respondidas? mesmo fora de ordem, precisa numerá-las para eu saber em qual delas vc está respondendo.
2) Se isto foi um comentário do vídeo, está sem conexão nenhuma: Não há como entender um amontoado de trechos da leitura do POST dispostos sem nenhuma organização!!
NOTA: 0,6


MORGANA CAMPOS MEF 7B
"O NOrdeste e um pais..." erro grave aí. Nordeste é uma região do páis chamado Brasil.
Fora isto, a proposta era desenvolver uma reflexão abordando ambos os temas: pró e contra a criação de novos Estados.
As perguntas também deveriam ser muto mais desenvolvidas.
NOTA: 1,2

VINICIUS SECUNDO DA SILVA RAMOS Nº40 MEF7B
Seu comentário sobre o vídeo ficou aceitável, pois ambas as propostas foram destacadas. Deveria desenvolvê-la mais, assim como as questões!!
Nota: 1,8

Aluna:Gabrielly Porto nº 10 mef 7b disse...

Aluna:Gabrielly Porto nº 10 mef 7b

Análise sobre os vídeos:

De acordo com primeiro vídeo o Brasil possui 14 projetos para serem aprovados para criação de novos estados, e se caso isso acontecesse teríamos mais 21 unidades, com isso o mapa do Brasil seria visto com 48 novos estados. Alguns especialistas dizem que a dívida seria maior para manter esses estados do que a receita gerada por eles. Já para outros, como o político Ribamar Alves que é a favor da criação do Maranhão do Sul, diz que não haverá acréscimos de impostos novos, e sim o dinheiro velho que já existe que será dividido e melhor distribuído e assim poder desenvolver uma região esquecida, já que os estados grandes não conseguem administrar todo o território. Existem dois casos recentes no Brasil que é a criação de Tocantins e de Mato Grosso do Sul que se desenvolveram mais a partir dessa divisão, mas especialistas afirmam que não é necessária essa divisão para que esse desenvolvimento ocorra.

O segundo vídeo aparece um debate sobre a criação de novos estados, ou seja, a divisão dos atuais estados em estados menores, fala-se sobre 8 projetos que estão no Senado e 18 que estão na Câmara, fala-se também que são muitas as justificativas para que isso aconteça: descentralização administrativa, estímulo para o crescimento e fortalecimento das regiões, mas também existem muitos argumentos contrários: privilégio a algumas redes políticas, aumento das despesas públicas e gastos excessivos da União. Um senador debate sobre as novas despesas que surgiriam como: custear a instalação dos três poderes em cada estado a ser criado e as despesas para o próprio benefício das redes políticas como a assembléia legislativa que teriam mais assessores, as novas secretarias de estado, um novo ministério público, um novo tribunal de contas, isso tudo para se manter um estado. Já o outro senador fala sobre a descentralização que melhoraria a condição de vida das pessoas, ele nos dá o exemplo de Santa Catarina, que é um estado pequeno e é muito desenvolvido. Fala ainda que a criação de Tapajós e Carajás no estado do Pará será resolvido de forma democrática através de um plebiscito. Para um dos senadores a criação de novos estados tem mais desvantagens do que vantagens já que a infra-estrutura como a polícia, por exemplo,demorará anos para dar segurança, pois aprenderá a trabalhar, já que será uma nova polícia, já o outro senador diz que a criação de novos estados traria melhorias, a partir da dimensão continental, pois os moradores de áreas distantes no caso do Pará que estão muito abandonados teriam acesso a saúde e a educação.

Gabrielly Porto nº 10 mef 7b disse...

Gabrielly Porto nº 10 mef 7b

Questões:

1)Seriam 13 unidades ou seja 13 novos Estados, como está apresentado no primeiro mapa e no caso do segundo mapa seriam 19 unidades, mas como o próprio mapa nos informa nem todas as unidades propostas continuam sendo analisadas, algumas foram arquivadas. As propostas separatistas começaram a se desenvolver a partir do momento em que pessoas ou políticos que apregoam a autonomia ou separação de sua região entenderam que seria uma forma de superar o subdesenvolvimento. Argumenta-se ainda que regiões como a Norte e a Nordeste são sacrificadas pela prioridade dada ao Centro-sul; funcionando como unidades políticas autônomas, a industrialização e o desenvolvimento seriam maiores nesses novos estados, já que elas por si só, iriam melhorar a si mesmas e ao restante do país.

2) Alguns elementos são falsos em sua conclusão, já que não é somente a região Nordeste que fornece força de trabalho e matérias-primas, também inúmeras áreas do Centro-Sul se baseiam na agropecuária ou na mineração, fornecendo força de trabalho para as partes mais industrializadas. Em São Paulo, existem trabalhadores que vieram do interior de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e outros estados não nordestinos. E ainda podemos ver que o próprio nordeste em algumas de sua áreas recebem também migrantes, é o caso da Bahia, no Recôncavo, que é uma das áreas mais industrializadas.

3) A excessiva concentração na distribuição social de renda e das terras, corrupção em larga escala e mau uso dos recursos públicos, altos níveis de criminalidade em geral, escolarização precária e deficiente, péssimo sistema previdenciário e de saúde pública, enorme insuficiência de moradia popular, etc.

nubia disse...

Fessor :)
1- 42 unidades, o fundamento principal é deixar de ser pobres e começar a usar como grandes centros industrializar , trazendo o comércio e a economia. Abaixar as taxas de desemprego e diminuir a taxa de gente pobre .
2- Com o Problema de falta de emprego,falta de cultura,e os poucos trabalho não pagavam bem
3-Desafios de conseguir dinheiro,alimentação e outras coisas ,que temos que lutar para conseguir

Anônimo disse...

Nome:Beatriz de Andrade Arndt /
N°:2 / Turma: TEF 7

Refletindo sobre os vídeos:
A criação de novos estados pode ser vista como um benefício, com mais estados, os problemas em regiões mais afastadas diminuiriam, estados ficariam mais desenvolvidos e industrializados. A experiência de separação de estados e crianção de outro já deu certo com os estados de Mato grosso e Mato Grosso do Sul.
Porém, há o problema de financeamento, teria de ter mais funcionarios, governadores, senadores, deputados, prefeitos, veriadores e por aí vai. Algumas opniões de opositores, falam da possível tática de descentralizar o poder. O que também daria algum gasto, mas possivelmente menor.

Pensando sobre o texto:

1- Em 42 unidades, o fundamento principal é fazer com que áreas mais distantes, possam deixar de ser pobres e começar a serem usadas como grandes centros e serem industrializadas, trazendo o comércio e a economia. Abaixando as taxas de desemprego e diminuindo a taxa de pobreza.

2- Uma série de problemas como a corrupção, misturar e esquecer culturas, além de tudo é verdadeiro que o nordeste fornce mão-de-bora barata, porém forcecem mercadorias manofaturadas.

3- Primeiro, fazer com que a região tenha uma evolução economica boa diminuindoa assim as taxas de desemprego e aumentando a qualidade de vida. Muitas pessoas migraram e ofercem mão de obra barata, desvalorizando o estado.

Anônimo disse...

karolayne cristini dos sanos silva Nº15 mef7b

sobre o video:
fazer as divisões de estados seria o melhor a fazer pois a lugares do brasil que estão se desvalorizando mal-cuidados,com os furtos em alta .se houvesse essa divisão teria mais policiamentos ,mais prefeitos,governadores etc,que ajudariam nestas cidades haveria menos desempregos menas fomes e mt cultivo que é bom pois quase tds as areas do brasil foram desmatadas e esse pouco pedaço de terra que sobrou poderiam valoriza-las com o cultivo e a mineração pois seria um dinheiro bem gasto,bem investido.é uma ideia otima pois dai não estão gastando tanto dinheiro em vão pq pelo que nós vemos o brasil um dos paises que mais gastão e se gastassem com coisas como essas que valecem a pena hj o brasil seria um lugar mt melhor.

respostas das questões:

1-são bastantes as unidades pobres onde devem ser feitas melhorias,mas melhorias da forma certa pois assim a cidade não tendo quase nenhum tipo de comércio que possa ajudar a população pois querem industrializa-las e fazerem grandes centros comerciais mais também grandes centros comercias que facilitem a vida deles,ou seja,trazer o comercio e a economia,ajudando a sociedade no desemprego e na pobreza.

2-bom em primeiro lugar,nem todas mais algumas areas nordestina fornencem muito a mão-de-obra barata nas areas mais industrializadas que também fornecem bens manufaturados e também eles querem deixar de fazer os trabalhos culturais como a agricultura e a mineração por trabalhos comerciais como a comercialização e também os baixos salarios que como diz no texto não são características apenas do nordeste amis sim de todo o brasil.

3-essa questão fala sobre como eles querem diminuir e aumentar a expectativa de vida pq mts migram oferecendo mão-de-obra barata,não dando valor ao lugar maravilhoso onde vivem.acho que esse texto mostra mts coisas que se nós,nos concientizarmos o país vai melhorar bastante.

fgregrwe disse...

MARCUS VINICIUS SOUZA DE ALMEIDA - N°25 - MEF7B

Refletindo sobre os vídeos: A criação de novos estados pode ser vista como um benefício, com mais estados, os problemas em regiões mais afastadas diminuiriam, estados ficariam mais desenvolvidos e industrializados. A experiência de separação de estados e crianção de outro já deu certo com os estados de Mato grosso e Mato Grosso do Sul.
Porém, há o problema de financeamento, teria de ter mais funcionarios, governadores, senadores, deputados, prefeitos, veriadores e por aí vai. Algumas opniões de opositores, falam da possível tática de descentralizar o poder. O que também daria algum gasto, mas possivelmente menor.

Pensando sobre o texto:

1- Em 42 unidades, o fundamento principal é fazer com que áreas mais distantes, possam deixar de ser pobres e começar a serem usadas como grandes centros e serem industrializadas, trazendo o comércio e a economia. Abaixando as taxas de desemprego e diminuindo a taxa de pobreza.

2- série de problemas como a corrupção, misturar e esquecer culturas, além de tudo é verdadeiro que o nordeste fornce mão-de-bora barata, porém forcecem mercadorias manofaturadas.

3- Primeiro, fazer com que a região tenha uma evolução economica boa diminuindoa assim as taxas de desemprego e aumentando a qualidade de vida. Muitas pessoas migraram e ofercem mão de obra barata, desvalorizando o estado.

Myllena Bieber! disse...

Myllena Santos Nardes - Nº 31 - MEF 7B

Refletindo sobre os vídeos :
Com a criação desses novos estados, o país vai ter muito mais gastos, vai haver mais estados pobres, o governo só quer roubar dinheiro do povo brasileiro. Com os gastos, eles poderiam diminuir o desemprego que nesses últimos anos vem aumentando, mais um exemplo, a saúde, eles podiam fazer hospitais novos, pois os hospitais de hoje em dia estão superlotados, existe falta de medicamento, está havendo muitas greves de funcionários, falta de medicamento, outro exemplo, a educação, as escolas estão sendo mal conservadas, poucos recursos didáticos nas redes públicas, salários de professores estão sendo baixíssimo, professores ficam em greve, está havendo violência dentro das escolas. Mais um motivo, a desigualdade social, essa distribuição de renda é desigual, sendo que pequena parte da sociedade é muito rica, enquanto grande parte dessa sociedade vive na pobreza e na miséria, família com 3 ou 4 filhos não conseguem nem comer direito com a renda familiar.

Pensando sobre o texto:
1)O governo está querendo usar esse espaço para fazer mais industrialização.

2)Grandes fornecedoras de mão-de-obra barata e matérias-primas para o Centro-Sul, especialmente para suas áreas mais industrializadas, que, por sua vez, fornecem bens manufaturados àquelas regiões

3)Excessiva concentração na distribuição social da renda e das terras, corrupção em larga escala e mau uso dos recursos públicos, altos níveis de criminalidade em geral,entre outras.

Nathalia Fialho disse...

Nathalia Fialho - Nº29 - TEF7

Refletindo sobre os vídeos - A criação de novos estados pode ser um benefício ao nosso país, pois as regiões, mas afastadas diminuiriam, e os estados ficariam, mas industrializados e desenvolvidos. A divisão de estados já foi vista no Brasil por volta dos anos 70, quando foi divido o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Com as divisões, teriam o problema de financiamento, com muito, mas gastos teriam que possuir mais governadores, prefeitos, vereadores entre outros.

Refletindo sobre o texto;

1 – Foram divididos em 42 unidades, os fundamentos principais é gerar empregos nas regiões, mas pobres e agravar a falta de moradia.

2 - Em grande parte do Nordeste se oferece mão-de-obra barata, e matérias-primas para o Centro-Sul, tendo então bens manufaturados nessa região.

3 - Primeiramente, aumentar a disponibilidade dos postos de saúde, diminuir a corrupção e mau uso dos recursos públicos.

Prof. Marcio Bezerra disse...

GABRIELLY PORTO - MEF 7B Nº10
Seu comentário sobre o video e as questões foram excepcionais! O Melhor post trabalhado e respondido da 6ª série até aqui!!
Nada a corrigir ou retocar.
Nota: 2,5 + 0,5 Ponto de Bonus pela resposta.
TOTA: 30

BEATRIZ DE ANDRADE ARDNT - TEF 7 N°2
Seu comentário sobre o video e as questões foram bons!
Nada a corrigir.
Nota: 2,5

KAROLAYNE CRISTINI DOS SANTOS SILVA - MEF 7B - Nº15
Seu comentário sobre o video e as questões foram ÓTIMOS!
Nada a corrigir ou retocar.
Nota: 2,5

MARCUS VINICIUS SOUZA DE ALMEIDA - MEF7B - N°25
Seu comentário sobre o video e as questões FORAM UMA CÓPIA FIEL E CONTUNDENTE das respostas dadas no texto da BEATRIZ ARDNT sem sequer ter o trabalho de alterar palavras.

ISSO GERA 3 TRANSGRESSÕES:
1º - É plágio
2º - As perguntas são muito claras: ELABORE um comentário - ou seja, exige-se um texto próprio, são redações na verdade, logo, é IMPOSSÍVEL, principalmente na análise do vídeo - um texto ser igual ao outro. Pois é fruto de sua compreensão pessoal e forma de opinar tbm pessoal.
3º - Está expressamente escrito na página inicial do blog que qualquer caso em q EU JULGASSE PLÁGIO o aluno/ aluna seria penalizado.

por isso sua nota: é ZERO!

MYLLENA SANTOS NARDER - MEF 7B nº31
Seu comentário sobre o video excelente e nas questões foram Bons!
Nada a corrigir.
Nota: 2,5

NATALIA FIALHO - TEF 7 Nº29
Seu comentário sobre o vídeo:
A criação de novos estados pode ser um benefício ao nosso país, pois as regiões, mas afastadas diminuiriam, e os estados ficariam, mas industrializados e desenvolvidos...".

É QUASE IDÊNTICO AO POSTADO PELA BEATRIZ ARDNT.só teve o trabalho de suprimir algumas palavras.

ISSO GERA 3 TRANSGRESSÕES:
1º - É plágio
2º - As perguntas são muito claras: ELABORE um comentário - ou seja, exige-se um texto próprio; são redações na verdade, logo, é IMPOSSÍVEL, principalmente na análise do vídeo - um texto ser igual ao outro. Pois é fruto de sua compreensão pessoal e forma
de opinar tbm pessoal.

3º - Está expressamente escrito na página inicial do blog que qualquer caso em q EU JULGASSE PLÁGIO o aluno/ aluna seria penalizado.

E isso não passará impune: Como não foi plágio total; apenas na análise do vídeo,
terás descontado de saída 1,5 pontos.

Seu comentário as questões precisavam ser melhor desenvolvidas. Existia muito mais a comentar!!
Nota: 0,6

Thais Witte disse...

Thaís Araújo de Witte
Mef7b n°36

Analizando os Videos:
Eu não acho necesário propor novos estados, o dinheiro envestido nesses estados poderiam servir para melhorar o nosso pais!
Eu concordo com o cenador que foi contra a esses novos estados, pois como ele disse sera uma nova policia,um novo hospital, em fim seria bem mais fácil melhorar esse envestimento em outros estados que sofrem de desigualdade social.

Analize sobre o texto:
1)As propostas começaram a se desenvolver a partir do momento em que pessoas ou políticos que apregoam a autonomia ou separação de sua região entendiam-se que seria uma forma de superar o subdesenvolvimento.

2)bom em primeiro lugar,nem todas mais algumas areas nordestina fornencem muito a mão-de-obra barata

3)Excessiva concentração na distribuição social da renda e das terras, corrupção em larga escala e mau uso dos recursos públicos, altos níveis de criminalidade em geral,entre outras.

Anônimo disse...

Aluno: Luiz Eduardo - nº 24 - T:MEF7B

Analise do texto:

A separação dos estados deu certo. Porém, teria de ter mais governos deputados senadores e prefeitos vereadores e incluindo o funcionalismo público. Concordo com os que dizem de terão poderes descentralizado, com gasto menores e outros com gastos maiores, podendo até diminuir os problemas em algumas regiões, poderiam criar estados industrias. Porém não é porque um deu certo que outros irão dar certo.

Sobre o texto:

1- O fato mais importante é promover em áreas distantes, a diminuição da pobreza de algumas regiões, usando a industrialização facilitando a economia e o comércio gerando assim 42 regiões.

2- Em todo desenvolvimento existem desafios, subornos, corrupção sem importar com valores, existe mão – de – obra super barata e manufaturada.

3- A diminuição da taxa de desemprego e o aumento de qualidade de vida para a evoluir a economia. Precisam sair para buscar um salário digno para o sustento dele ou da família.

Anônimo disse...

Yury Albino Garcia Mef 7b / n°42

Sobre os vídeos : A criaçao dos novos estados nao é um plano tao ruim porque se criar mais novos estados podera ter muito mais beneficios e melhorar a vida das pessoas , tendo mais hospitais muito mais trabalhos e diversas coisas , mas tambem se nao der certo podera complicar as finaças do Brasil mesmo sendo um pais que nao e tao rico mas tambem nao pobre vai gastar bastante dinheiro nesses estados fazendo muita mais coisas , porem se fracassar sera dificil recompor esses dinheiro . Pra mim mesmo nao era pra fazer novos estados e sim em investir nos estados que ja foram criados ( os 26 estados e o distrito federal ).

1° A ideias dele e para fazer mais industrializaçoes , melhorar o comercio , para que o Brasil nao seja aquele pais melhor Desenvolvido

2°Porque as materias primas estao s endo vendidas um pouco mais baratas do que o normal , e tambem que foi a prioridade dada pelo Centro - Sul sao como corrupçoes dos politicos para que possa vender mais barata .

3 ° Bom os principais desafio sao a economia , o desemprego , as tecnologias agora que estaoonseguindo melhorar isso as taxas de mortalidade porque a violecia aumento bastante e nao podemos esquecer da saude dos cidadoes .

Anônimo disse...

Aluno:Arissa Makimoto Marinho N:3 Turma:mef7B.

Refletindo sobre o vidio:se auvesse a divisao do estado seria disfavoravel para o o pais na opinião por que o Brasil não é um pais desenvolvido para ta podendo dar mais empregos nas areas publicas sem contar que teria que ter muito mais governos deputados senadores e prefeitos vereadores, que gastaria muito mais dinheiro,sendo que com apenas 27 estados o Brasil ja não consegue dar mais empregos as pessoas.

1-Em 42 unidas,o fundamento principal seria fazer com que as áreas mais distantes,deixasem de ser pobre e começaria a ser usada como grandes centros e grandes industrias,trazendo o comercio e a economia.Diminuindo o desemprego e a pobreza.

2-Uma serie de problemas como misturar a cultura,a corupção,e alem de tudo isso é verdade que o nordeste fornece mão-de-obra barata,mas fornece mercadorias manofaturadas.

3-Primeiro seria fazer com que as regioe tenha uma evolução economica boa que possa diminuir a taxa de desemprego que aumentaria a qualidade de vida das pessoas

Bloco Recreativo Gavião. disse...

NOME: Adilson Lucas Ambrósio nº 1
Turma: MEF7B

Comentário sobre os vídeos:

No vídeo 1 expõe, jornalisticamente, a criação de novos estados separatistas, na verdade tramitam 21 unidades novas entre estados e territórios federais. Isso, segundo o Ipea, renderia (negativamente) um bilhão de reais/ano aos cofres públicos e seus gastos são maiores que sua receita. O Deputado Ribamar Alves é a favor da divisão e alega que não haverá ônus algum aos cofres públicos, além da receita já existente. Isso difere da análise de tributaristas da FGV, que explicam o quanto a máquina tributária aumentaria.
No vídeo 2 há um claro embate dos prós e contra de uma separação. Segundo o Senador Mozarildo Cavalcanti( PTB), criador do plebiscito para a criação dos estados de Tapajós e Carajás, seria de grande valia para sua população, pois descentralizaria a economia de seus estados natais. Ele utiliza exemplo dos atuais estados que entraram na federação (Mato Grosso do Sul e Tocantins) e como a economia, a indústria e mão de obra alavancou a população e seus empresários. Já Aloysio Nunes Ferreira (Senador do PSDB) enumera categoricamente os impactos que suas respectivas separações renderiam.
Podemos concluir que ao descentralizar as riquezas estimularia sim o crescimento, porém não podemos esquecer que isso ficaria na mão de meia dúzia de partidos políticos e aumentaria em muito a dívida pública, o que levaria a um gasto excessivo para a União.



Respostas sobre o texto:

1) Há 21 unidades que tramitam no Congresso. Nesta separação a alegação principal é a de descentralizar a economia que estaria somente na região Centro- Sul. A justificativa utilizada por intelectuais e políticos é a de funcionar como unidades próprias para alavancar sua própria economia, e isto criaria novas frentes de trabalho, novas industrias e mão de obra própria( sem que haja a necessidade de se deslocar para outros estados, como acontece na emigração). Seria de grande valia que tudo fosse realmente dividido e que as necessidades da população estivessem mesmo acima dos interesses políticos, mas sabemos que a realidade é outra.
2) É de se entender que uma separação de estados poderia ser benéfica para a população de seu estado natal, mas também sabemos que, quanto maior a máquina administrativa, maior os pontos negativos que acontecerá. Não há de se negar que a corrupção continuará a existir, além da criminalidade, a escolaridade em baixa, saúde precária e muitos outros pontos põem abaixo a ideia separatista. De nada poderia adiantar se, culturalmente, não estamos dispostos a tirar do maior e lembrar-se do menor.
3) Os principais desafios são de distribuir renda e não continuar na mão de uma minoria, servindo a seus próprios interesses. Havendo políticas públicas preparadas para acrescentar recursos a toda a população seria sim viável o ideal separatista. Todas as regiões têm condições de se manter, caso tivesse realmente a humildade e honestidade política de servir ao povo. Descentralizar não é só criar novos cargos públicos ou pessoal para novos empregos, mas criar na mentalidade da população que eles(políticos) são pagos para nos servir e isso não acontece nos estados federativos existentes.

Inara Caridade TEF 7 disse...

Inara Caridade N°: 15 TEF 7 disse...

Comparando as duas regionalizações
Percebemos que a divisão do IBGE respeita os limites entre os estados brasileiros, ao contrário da divisão em complexos regionais, que inclui parte de um estado e a parte restante em outra.
Acredita-se que a divisão em três complexos regionais é mais acertada, pois nem sempre um estado tem as próprias características. O norte de Minas Gerais é parecido com o interior da Bahia, já o resto é parecido com São Paulo. Quando viajamos pro norte de Minas Gerais, percebemos as paisagens típicas do Sertão nordestino.
Outro exemplo é o oeste do Maranhão, que de fato é parte da Amazônia (a parte leste desse imenso bioma amazônico), pois é diferente das paisagens típicas do Nordeste do Brasil. O norte de Mato Grosso também é uma área amazônica. Não esquecendo que tanto Mato Grosso do Sul como Goiás, e até o sul de Mato Grosso, são áreas com expansão da agropecuária moderna de São Paulo, do Paraná ou do Rio Grande do Sul, com paisagens que lembram o interior desses estados. A parte sul do país – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – possui áreas industrializadas e com agropecuária moderna, que são semelhantes a São Paulo e Minas Gerais.
Frequentemente, vários órgãos do governo utilizam a regionalização em três regiões geoeconômicas: quando há combate às secas no Sertão, os municípios do norte de Minas Gerais estão sempre incluídos na região logo favorecida com verbas ou ações de combate. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora as queimadas na floresta Amazônica com imagens de satélites, incluindo sempre o oeste do Maranhão e o norte de Mato Grosso na região da Amazônia quando produz dados sobre as queimadas. O Ministério do Meio Ambiente inclui também essas duas áreas na região amazônica.
A Amazônia é conhecida por ser a maior em matéria orgânica e biodiversidade e por conter a maior rede hidrográfica do planeta. E qualquer um sabe que o oeste do Maranhão e o norte de Mato Grosso fazem parte da Amazônia. Por isso as pesquisas sobre biodiversidade dessas áreas acontecem só na Amazônia. Regionalização e formação histórico-econômica do Brasil
Para adotarmos a regionalização dos três complexos regionais devemos levar em conta a formação histórico-econômica do Brasil. Cada território tem suas diversidades regionais que sempre resultam da sua formação histórica. Os grandes contrastes territoriais – principalmente aqueles de ordem econômica, cultural e política – são sempre condicionados pela história de cada país. Também é válido para o território brasileiro.
O Nordeste representa a porção territorial de ocupação econômica do país. Iniciou-se ali a exploração intensificada do Brasil colônia pelos portugueses, com plantações de cana-de-açúcar na Zona da Mata, onde tem solos férteis de massapê e proximidade com o continente europeu. O Nordeste do Brasil já teve a maior população e a primeira capital do país, Salvador, que já foi a maior cidade brasileira. A partir do século XIX, houve uma diminuição da economia e da população nordestina, a partir daí o Nordeste começou a fornecer um alto número de imigrantes para outras regiões.
...continua

Prof. Marcio Bezerra disse...

INARA CARIDADE TEF 7 N°15 disse...

Após a Independência o Centro-Sul foi a região que mais se desenvolveu, principalmente após a abolição da escravatura, e recebeu mais imigrantes europeus e asiáticos. Até hoje o Centro-Sul é a região mais urbanizada e industrializada do Brasil.
Durante séculos a Amazônia foi uma região inexplorada. Porém, nos dias de hoje, ela vem sendo ocupada intensamente em um processo de destruição de suas matas. Sempre que ouvimos falar em Amazônia, logo pensamos na floresta, na sua biodiversidade e na riqueza das suas águas.
Nenhuma região é homogênea, mas é possível observar traços em comum entre as diversas áreas de uma mesma região. Mesmo que o Brasil apresente grandes diversidades sociais (entre pessoas) e espaciais (entra áreas e regiões), podemos dizer que as três regiões geoeconômicas formam um todo e que elas dependem umas das outras, uma vez que participam de uma única vida econômica, cultural e política.

OBS: Trouxe o seu post de outro tópico.Vc postou na página errada.agora está certo!

Prof. Marcio Bezerra disse...

THAÍS ARAÚJO DE WITTE - MEF 7B N°36
Seu comentário sobre o vídeo ficou ótimo.
Só julguei que nas questões vc deveria desenvolvê-las um pouco mais. Não q estejam erradas, mas que poderia ter acrescentado mais fatos.
Minha ressalva ao trabalho.
NOTA: 2,1

LUIZ EDUARDO - MEF 7B Nº24
Seu comentário sobre o vídeo ficou bom.
Só julguei que nas questões vc deveria desenvolvê-las bem mais.
Minha ressalva ao trabalho.
NOTA: 1,8

YURY ALBINO GARCIA - MEF 7B N°42
Seu comentário sobre o vídeo ficou bom.
Só julguei que nas questões vc deveria desenvolvê-las bem mais.
Minha ressalva ao trabalho.
NOTA: 1,8

ARISSA MAKIMOTO MARINHO - MEF 7B Nº3
Seu comentário sobre o vídeo ficou bom.
Só julguei que nas questões vc deveria desenvolvê-las bem mais.
Minha ressalva ao trabalho.
NOTA: 1,8

ADILSON LUCAS AMBRÓSIO - MEF 7B Nº1
Seu comentário sobre o vídeo e as questões foram excepcionais!
Nada a corrigir ou retocar.
NOTA: 2,5

INARA CARIDADE TEF 7 N°15
Sinceramente eu não entendi: por que vc transcreveu o trecho da apostila entre as páginas 8 e 11???
A proposta é responder os itens expressos no POST deste BLOG.
De sorte que essa tentativa, apesar de louvável, não corresponde ao gênese dessa tarefa!
Deixarei aqui uma nota simbólica pelo seu esforço!
NOTA: 0,7

Prof. Marcio Bezerra disse...

FINALIZADO E ARRUMANDO O PAINEL DE NOTAS DO BLOG - PARA 7º ANO - MEF 7B E TEF 7:

QUADRO GERAL DE NOTAS PARA O 4º BIM DE 2011:

CAROLINA FIORINI RAMOS GIOVANINI - MEF 7B Nº7
NOTA: 2,5

LORRANI MONTEIRO DA ROCHA - MEF 7B Nº21
NOTA: 1,8

RAFAELA MARTINS - MEF 7B Nº?
NOTA: 0,6

MORGANA CAMPOS - MEF 7B Nº?
NOTA: 1,2

VINICIUS SECUNDO DA SILVA RAMOS Nº40 MEF7B
NOTA: 1,8

GABRIELLY PORTO - MEF 7B Nº10
NOTA: 2,5 + 0,5 Ponto de Bonus pela resposta.
TOTA: 30

BEATRIZ DE ANDRADE ARDNT - TEF 7 N°2
NOTA: 2,5

KAROLAYNE CRISTINI DOS SANTOS SILVA - MEF 7B - Nº15
Nota: 2,5

MARCUS VINICIUS SOUZA DE ALMEIDA - MEF7B - N°25
NOTA: é ZERO!

MYLLENA SANTOS NARDER - MEF 7B nº31
NOTA: 2,5

NATALIA FIALHO - TEF 7 Nº29
NOTA: 0,6

THAÍS ARAÚJO DE WITTE - MEF 7B N°36
NOTA: 2,1

LUIZ EDUARDO - MEF 7B Nº24
NOTA: 1,8

YURY ALBINO GARCIA - MEF 7B N°42
NOTA: 1,8

ARISSA MAKIMOTO MARINHO - MEF 7B Nº3
NOTA: 1,8

ADILSON LUCAS AMBRÓSIO - MEF 7B Nº1
NOTA: 2,5

INARA CARIDADE TEF 7 N°15
NOTA: 0,7

Anônimo disse...

prof mas o senhor so me deu 12 por causa do erro do pais
n conta o que eu respondi
isso n vale =D